quarta-feira, 28 de junho de 2017

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ORIENTE MÉDIO : POLÍTICA E RELIGIÃO

terça-feira, 27 de junho de 2017

domingo, 25 de junho de 2017

CURIOSIDADES SOBRE O ALASCA

CURIOSIDADES SOBRE O ALASCA

O nome Alasca (Alaska, em inglês) veio da palavra alakshat, que em idioma esquimó significa “grande terra”.
 O Alasca é um dos 50 estados que formam os Estados Unidos da América.
 É o maior estado norte-americano em extensão territorial. Se fosse um país independente, seria certamente o 17º maior do mundo.
 Com uma densidade populacional de 0,42 pessoas por quilômetro quadrado, o Alasca é o estado menos populoso dos Estados Unidos.
 A capital do Alasca é Juneau.
 A maior cidade é Anchorage, com 291,8 mil habitantes em 2 015. A segunda maior é Fairbanks, com aproximadamente 30 mil habitantes.
 Juneau, Anchorage e Fairbanks estão localizadas no sul do estado, junto ao oceano Pacífico. Isso por que o território montanhoso e o frio do norte são obstáculos à colonização humana.
 Acredite se quiser, mas a temperatura média de Juneau é de 5º Celsius durante praticamente o ano inteiro. No verão, ela dificilmente ultrapassa os 20º.
 O Alasca é um dos estados norte-americanos com maior população indígena. Inuítes e outras tribos representam 14% da população local. Em número, eles ficam apenas atrás dos brancos europeus.
 A Rússia controlou o Alasca por quase 200 anos. Em 1 867, ela vendeu o território aos Estados Unidos por uma pechincha na época: US$ 7,2 milhões – o equivalente a 0,2 centavos por acre.
 O Alasca é um território extremamente montanhoso. Só para se ter uma ideia, 17 dos 20 maiores picos dos Estados Unidos estão lá.
 A montanha mais alta dos Estados Unidos é o monte McKinley, com 6 194 metros de altura. Em 2 015, o então presidente Barack Obama anunciou que ela voltará a se chamar Denali, seu antigo nome em idioma esquimó.
 Quase todo o alimento consumido no Alasca é importado de outros estados e países. A agricultura é quase inexistente. O estado é o maior exportador de peixes dos Estados Unidos.
 A principal atividade econômica é a extrativista, com destaque para a produção de petróleo, a principal fonte de renda do estado.
 Por estar próximo ao Círculo Polar Ártico, o Alasca recebe cerca de 20 horas de sol durante o verão. No inverno, predominam o frio e a escuridão (saiba mais em O CÍRCULO POLAR ÁRTICO EM 32 CURIOSIDADES).
 O Alasca é ao lado de Utah, Califórnia, Arizona e Novo México, um dos estados norte-americanos com maior número de parques nacionais. Um dos mais conhecidos é o Katmai Nacional Park.
 Um detalhe que não passa despercebido na geografia do Alasca: a quantidade de vulcões. O estado possui vulcões como o Novarupta, o Cleveland, o Sanford e o Tanaga, entre outros. A super-erupção do Novarupta do Novarupta em 1 912 é considerada por muitos especialistas a maior erupção vulcânica do século XX.
 Um dos locais mais sujeitos a terremotos em todo mundo é o Alasca. Milhares de pequenos tremores são registrados todos os anos em seu território. Um dos piores terremotos de que se tem notícia ocorreu em Anchorage em março de 1 964. Com magnitude de 9,2 na escala Richter, ele praticamente destruiu a cidade. Ele só não foi o mais mortífero da história por que ocorreu numa região pouco habitada.
 Acredite se quiser, mas muitas cidades não possuem acesso por terra. Para chegar em algumas, o único meio de transporte disponível é o avião. Aliás, a principal companhia aérea da região é a Alaska Airlines.
 Acredita-se que os primeiros seres humanos tenham chegado à América através do Estreito de Bering. Com apenas 85 quilômetros de largura, ele separa os continentes asiático e americano, as regiões da Sibéria e Alasca.
 A população adora portar arma. Quase todo mundo anda armado por lá, principalmente nas cidades de pequeno e médio porte. Algumas pessoas chegam a guardar mais de uma arma em casa.
 Uma última curiosidade: mais de 80% da população recebe royalties pela exploração do petróleo. Esse valor chegava a US$ 1 884 em 2 016, o que equivale a R$ 6 500 de acordo com a cotação do dólar na época.
 Imagem acima: cidade de Anchorage.
 Fontes: Wikipédia, Mundo Estranho, Barsa, Alessandrafranca.blogspot.
Fonte : www.maiscuriosidade.com.br/21-curiosidades-surpreendentes-sobre-o-alasca/

CONHECENDO O ALASCA

Você não imaginava nada disso sobre o Alasca

Saiba tudo sobre uma das regiões mais incríveis do planeta


Quando surgiu o convite para conhecer o Alasca, Georg Steller não pensou duas vezes. Ele fez as malas e, como qualquer viajante, encarou a estrada. Ou melhor: o mar. Isso aconteceu em 1740, época em que as navegações se concentravam numa nova conquista – a tentativa de ir da Ásia à América pelo mar, cruzando o famoso Estreito de Bering, que liga os oceanos Pacífico e Ártico.
Tudo bem, naquela época esse estreito de 85 quilômetros de largura ainda não tinha esse nome – uma homenagem ao explorador Vitus Bering, que anos antes tinha descoberto a passagem e só não viu o Alasca por causa de um nevoeiro. Foi justamente para a segunda expedição comandada por Bering que o nosso Georg Steller, importante cientista alemão, se inscreveu. O objetivo era cruzar estreito e dessa vez pisar na América a partir da Rússia.
Conseguiram em 20 de julho de 1741, numa ilha do Alasca que hoje se chama Kayak, por conta do seu formato. Ali Georg Steller catalogou várias espécies de animais e fez o que é considerado o primeiro contato entre europeus e os nativos daquela região. Um povo que vivia há milênios num dos cantos mais gelados da terra, se alimentando de focas, baleias e ursos polares. Capaz sobreviver num local onde o inverno não apenas chegou: não tem pressa para ir embora.
Há quem diga que esse é o relato da “descoberta do Alasca, mas o uso da palavra é impreciso e, claro, carrega marcas da colonização. O Alasca já era habitado há milênios. Uma das teorias mais aceitas sobre a chegada do homem ao continente americano diz que a migração se deu por ali, num momento em que o nível dos oceanos estava mais baixo e havia uma passagem por terra entre Ásia e América. Há também evidências de que outros exploradores já haviam pisado lá, como o navegador russo Semyon Dezhnev, que teria chegado ao Alasca quase um século antes de Bering.

“Só um monte de gelo”

Polêmicas de lado, o fato é que o Alasca foi conquistado pelos russos e mais tarde vendido para os Estados Unidos por cerca de 7 milhões de dólares. Muitos americanos criticaram a negociação, dizendo que a área era só um monte de gelo e local de moradia para ursos – um dinheiro desperdiçado, disseram vários políticos.
Hoje, além de ser uma importante reserva de petróleo e um destino turístico cada vez mais procurado, o Alasca é o maior estado norte-americano, com duas vezes o tamanho do Texas, o segundo da lista em área nos Estados Unidos. A população do Alasca, por outro lado, é pequena: são apenas 740 mil habitantes, mais ou menos o mesmo número de moradores de cidades como João Pessoa, na Paraíba, ou Santo André, em São Paulo.

Esquimós?

Eles ficaram conhecidos mundo afora como esquimós, certo? No entanto, para muitos nativos o termo é ‘meio geral’ e não envolve as várias culturas que se desenvolveram por lá.
São vários grupos na região, e só para dar dois exemplos, no Ártico vivem os inuítes, que habitam principalmente o Canadá e a Groenlândia, e os yupiks, que são maioria no Alasca e na Sibéria. Para contornar a questão nos Estados Unidos, o presidente Barack Obama assinou uma lei que substituiu o termo por “nativo do Alasca” em toda legislação e comunicação federal.
Há duas explicações para o real significado da palavra. A primeira, aceita durante muito tempo, é que esquimó seria derivado da palavra skimatski, expressão que significa “comedor de carne crua”. Hoje, porém, a teoria mais aceita é de que o termo tem a ver com os sapatos usados pelos povos do Alasca para andar na neve, uma das características mais antigas dos nativos daquela região.
Conheça as principais caracteríticas dos povos da região quando os europeus lá chegaram:

Transporte e caça

Eles se locomoviam em trenós puxados por cachorros, capazes de alcançar 40km/h, e usavam caiaques de pele de foca para navegar e pescar.

Moradias

Elas também se adaptavam ao meio. Os nativos viviam em tendas feitas de pele e ossos de foca, que tinham o teto inclinado para evitar que o acúmulo de neve a derrubasse.

E os iglus?

No inverno e em expedições, a residência ficava ainda mais, digamos, “exótica” aos olhos dos europeus. Eram os iglus, produzidos com blocos de gelo posicionados em espiral que se mantinham grudados devido à neve derretida com o calor feito com óleo de baleia.
Os iglus, que em seu interior mantém os termômetros em torno dos 15°C, logo ganharam as páginas de livros e transformaram o povo do extremo norte da América num dos mais conhecidos do planeta.

Sociedade

O ritual de iniciação que marcava a passagem da infância para a vida adulta era a caça ao urso, mas os jovens também aprendiam cedo outras atividades. Um nativo do Alasca costuma ser capaz de erguer um iglu em minutos, perícia que pode significar a sobrevivência em caso de tempestade.

Quentinhos

A base da moda no Alasca também eram as peles de foca e urso. Mascar o couro, que era curtido em urina, era responsabilidade das mulheres. Além de algumas manchas, a técnica garante roupas quentes, prontas para aguentar as temperaturas médias, que podem ficar em -30°C ao longo do ano, mas que facilmente chegam aos -45°C!

Atualidade

Muita coisa mudou com o passar dos anos, claro. O costume de comer carne crua, comum há alguns séculos e visto como forma de garantir mais nutrientes, ficou para trás. Em muitos lugares o trenó puxado por cães foi substituído por motos de neve – e os cachorros viraram animais de estimação. A caça também é controlada. Os nativos do Alasca têm permissão para caçar um número limitado de baleias e ursos por ano. E o aquecimento global pode logo mudar ainda mais a vida por ali.
Por outro lado, a localização isolada fez com que esses povos conseguissem manter sua cultura viva, e não é raro achar inuítes e yupiks que nunca tiveram contato com o mundo fora do Ártico. Para essas pessoas, a vida continua parecida com a dos primeiros nativos do Alasca, que há quase 300 anos se encontraram com uma expedição de aventureiros europeus.
Fonte : SUPER interessante
FontesAdn (2016); UAF (2011); KTOO (2016); BBC (2008); Globo Repórter (2007); Mundo Estranho (2012); Aventuras na História (2010); 

AUMENTO DA POPULAÇÃO MUNDIAL

População mundial atingiu 7,6 bilhões de habitantes e deve subir para 8,6 bilhões em 2030

Relatório revela que população aumenta em 83 milhões de pessoas por ano; população da Índia deve superar a da China em sete anos; Brasil entre os 10 países que registraram menor fertilidade; África continua registrando os mais altos níveis de fertilidade.
De acordo com o relatório, população da Índia deve superar a da China por volta do ano 2024. Foto: ONU/Kibae Park
De acordo com o relatório, população da Índia deve superar a da China por volta do ano 2024. Foto: ONU/Kibae Park











Eleutério Guevane, da ONU News em Nova Iorque.
Um estudo da ONU revela que a população global atual é de 7,6 bilhões de habitantes e deve subir para 8,6 bilhões em 2030.
O relatório Perspectivas da População Mundial: Revisão de 2017, foi lançado nesta quarta-feira pelo Departamento dos Assuntos Econômicos e Sociais das Nações Unidas, Desa.
Fertilidade
Em entrevista à ONU News, o chefe da seção de Estimativas Populacionais e Projeções do Desa, François Pelletier, deu mais detalhes sobre o documento:
“Hoje em dia, estamos com uma população estimada em 7,6 bilhões e nossa projeção até 2100 é que a população chegue a 11,2 bilhões. A maior parte desse crescimento vai ser na África, por causa, mais que tudo, dos níveis de fertilidade. Vários países da África têm uma fertilidade relativamente alta e o processo dentro da projeção prevê que a população vai continuar a aumentar.”
De acordo com o relatório, a cada ano a população mundial aumenta em 83 milhões de pessoas.
A China tem 1,4 bilhão de habitantes e a Índia 1,3 bilhão. Ambos continuam sendo os países mais populosos, com uma porcentagem de 19% e 18% do total da população global, respectivamente. Por volta de 2024, a população da Índia deve superar a da China.
Brasil
O relatório revela que o crescimento demográfico será mais lento devido a taxas de fertilidade que baixaram em quase todas as regiões do mundo.
O Brasil está no Top 10 dos países que registraram menor fertilidade em relação ao nível de reposição entre 2010 e 2015. O grupo de 83 nações com 46% da população mundial inclui a China, os Estados Unidos, a Rússia, o Japão, o Vietnã, a Alemanha, o Irã, a Tailândia e o Reino Unido.
Espera-se que entre 2017 e 2050 metade da taxa de crescimento da população ocorra em nove países: Índia, Nigéria, República Democrática do Congo, Paquistão, Etiópia, Tanzânia, Estados Unidos, Uganda e Indonésia.
Envelhecimento
Na África, a região com os mais altos níveis de fertilidade, o índice caiu de 5,1 nascimentos por mulher entre 2000 e 2005 para 4,7 entre 2010 e 2015.
O relatório destaca que existe uma relação direta entre a baixa fertilidade e o envelhecimento da população.
A nível global a expectativa de vida aumentou para os homens de 65 anos, entre 2000 e 2005, para 69 anos entre 2010 e 2015. Para as mulheres a taxa subiu dos 69 anos para 73 anos durante esse mesmo período.
O documento revela que continuam “grandes disparidades entre os países e os grandes movimentos de migrantes entre regiões que muitas vezes saem de países de baixa e média rendas para países mais ricos.
in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 22/06/2017

PROJEÇÕES SOBRE A POPULAÇÃO BRASILEIRA E MUNDIAL PARA 2050

As novas projeções da ONU sobre a população brasileira e mundial, artigo de José Eustáquio Diniz Alves


projeções da população brasileira: 2015-2055
[EcoDebate] A Divisão de População da ONU divulgou, dia 21/06/2017, as novas projeções de população para todos os países e para a população regional e mundial. A Revisão 2017 da ONU, traz uma série muito grande de dados e gráficos, assunto para muitas análises e debates.
Para o Brasil, a nova revisão média indica que o pico populacional (máximo da população antes do início do decrescimento) deve ocorrer em 2047, quando a população pode atingir 232,8 milhões de habitantes. Em 2055, a população brasileira deve cair ligeiramente para 231,5 milhões e pode chegar a 190 milhões em 2100. Na revisão anterior (de 2015) as projeções da ONU indicavam o pico populacional de 238,3 milhões em 2050 e um total de 200 milhões em 2100.
As últimas projeções do IBGE (revisão 2013) indicam um pico populacional de 228,4 milhões de habitantes, no Brasil, em 2042. Portanto, a mais nova projeção da ONU se aproxima da projeção do IBGE. Evidentemente, o tamanho futuro da população brasileira e mundial, depende do comportamento das taxas de natalidade, mortalidade e migração.
Enquanto as projeções da ONU diminuíram o tamanho da população brasileira em meados do século XXI, o contrário aconteceu para o caso da população mundial. Na revisão 2015, a população mundial era de 7,35 bilhões de habitantes em 2015 e 7,52 bilhões em 2017, sendo projetada para 9,73 bilhões em 2050 e 9,92 bilhões em 2055. Já na projeção 2017, a população mundial foi estimada em 7,38 bilhões de habitantes em 2015 e 7,55 bilhões em 2017, sendo projetada para 9,77 bilhões de habitantes em 2050 e 10 bilhões em 2055.
Ou seja, a população mundial atingiu 7 bilhões de habitantes em 2011 e deve alcançar 10 bilhões em 2055, acrescentando 3 bilhões de habitantes no curto espaço de 44 anos (cerca de um bilhão a cada 15 anos). Entre 2017 e 2030 a população global vai passar de 7,6 bilhões para 8,6 bilhões, um aumento de 1 bilhão de habitantes nos próximos 13 anos. São 83 milhões de novas bocas por ano e que podem não ser 83 milhões de braços para o trabalho devido à crise de emprego. Evidentemente, este alto crescimento demográfico deve ter um impacto negativo sobre o meio ambiente e deve dificultar a solução dos problemas sociais e a redução da pobreza.
projeções da população mundial: 2015-2055
Os países mais populosos do mundo, em 2017, são: China (1,4 bilhão de habitantes), Índia (1,34 bilhão), EUA (324 milhões), Indonésia (264 milhões), Brasil (209 milhões), Paquistão (197 milhões), Nigéria (191 milhões), Bangladesh (165 milhões), Rússia (144 milhões) e México (129 milhões.
população dos diversos países, segundo tamanho populacional em 2015

Mas a ordem deste quadro vai mudar em 2055, quando os 10 países mais populosos, na ordem decrescente, serão: Índia (1,67 bilhão de habitantes), China (1,33 bilhão), Nigéria (451 milhões), EUA (397 milhões), Indonésia (323 milhões), Paquistão (319 milhões), Brasil (232 milhões), República do Congo (218 milhões), Bangladesh (203 milhões) e Etiópia (202 milhões).
As projeções da Divisão de População da ONU, revisão 2017, confirmam que o crescimento demográfico mundial vai continuar forte na primeira metade do século XXI. Países pobres da África e da Ásia vão ser responsáveis pelo grande crescimento da população mundial, mesmo num quadro em que já há outros 83 países com taxas de fecundidade abaixo do nível de reposição (perfazendo 46% da população mundial).
Portanto, o mundo passa por uma situação caracterizada como fosso demográfico. Cerca da metade da população mundial caminha para o decrescimento populacional com elevado envelhecimento da estrutura etária, enquanto a outra metade tem uma estrutura etária jovem e altas taxas de crescimento vegetativo. Em outros artigos vamos abordar os diversos aspectos da dinâmica demográfica nacional, regional e global.
A demografia não é destino. Mas não há futuro de prosperidade e bem-estar para os países e o mundo sem o adequado enfrentamento dos problemas demográficos.
Referências:
IBGE: Projeção da População das Unidades da Federação por sexo e idade: 2000-2030, ver. 2013 http://www.ibge.gov.br/home/estatistica/populacao/projecao_da_populacao/2013/default.shtm
UN Population Division (2017). World Population Prospects: The 2017 Revision
https://esa.un.org/unpd/wpp/
 José Eustáquio Diniz Alves, Colunista do Portal EcoDebate, é Doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE; Apresenta seus pontos de vista em caráter pessoal. E-mail: jed_alves@yahoo.com.br
in EcoDebate, ISSN 2446-9394, 23/06/2017